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O Biolab Análises Clínicas possui equipamentos de última geração e uma equipe técnica altamente qualificada. Essa estrutura permite a realização de mais de 1.000 tipos de exames relacionados.

 
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Utilidade


Teste utilizado no diagnóstico da síndrome do anticorpo antifosfolípide (AFL). Esta pode ser primária (na ausência de outros autoanticorpos e manifestações clínicas dos LES) ou associada ao LES (15% dos casos).
Anticorpos antifosfolípides levam à manifestações clínicas vasoclusivas, que incluem trombose venosa, oclusão arterial, livedo reticular e perda fetal além de manifestações hematológicas: trombocitopenia, anemia hemolítica e neutropenia. O diagnóstico é considerado definido quando duas ou mais manifestações clínicas (vasoclusiva ou hemocitopênicas) são encontradas e pelo menos um dos critérios laboratoriais é encontrado.
Na pesquisa laboratorial para anticorpos anti-fosfolípides é recomendado a realização de ensaios para pesquisa de anticoagulante lúpico e anticorpos anti-cardiolipina, pois podem estar presentes de forma isolada.
Anticorpos anti-cardiolipina IgG estão presentes em níveis moderados a elevados (maior que 40 GPL) e são mais específicos que os IgM para
síndrome do AFL. Entretanto, alguns casos apresentam anticorpos apenas IgM ou, mais raramente, IgA. Podem estar presentes em outras doenças como: artrite reumatóide, doenças infecciosas (sífilis, tuberculose, hanseníase, endocardite infecciosa, infecção pelo HIV, infecções virais agudas) e em indivíduos utilizando clorpromazina.
Nesses casos encontra-se, em geral títulos baixos e do isotipo IgM, não se observando fenômenos trombóticos.
É importante lembrar que testes negativos não afastam completamente a presença de anticorpos antifoslípides. Na vigência de uma trombose aguda, os títulos destes anticorpos podem declinar transitoriamente a níveis normais.


Material


Sangue


Instruções


Jejum não obrigatório.


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Utilidade


A determinação do ácido cítrico na urina é utilizada na exploração do metabolismo do fósforo e cálcio, das tubulopatias e dos ácidos do ciclo de krebs. O citrato tem importância marcante na calculose urinária recidivante. A hipocitratúria pode ocorrer de forma isolada ou associada a hipercalciúria, hiperuricosúria, hiperoxalúria e distúrbios instestinais. O citrato administrado via oral leva a um aumento na reabsorção tubular renal de cálcio, promovendo hipocalciúria. A elevação do pH urinário, que acompanha a administração de citrato, aumenta a solubilização do ácido úrico. A suplementação de citrato reduz a taxa de formação de novos cálculos e o crescimento dos cálculos já existentes.


Material


Urina 24 horas


Instruções


- Não fazer esforço físico durante a coleta.
- O cliente deve manter sua rotina diária.
- Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
- Informar hora de início e término da coleta, e volume total do material.


Utilidade


O ácido fólico atua na maturação das hemácias e participa do processo de síntese das purinas e pirimidinas, componentes dos ácidos nucléicos. A deficiência do ácido fólico e quase sempre consequência de ingestão insuficiente e esta presente em cerca de 1/3 (um terço) de todas as mulheres grávidas, na maioria dos alcoólatras crônicos, nas pessoas que cumprem dietas pobres em frutas e vegetais e nas pessoas com distúrbios absortivos do intestino delgado. Pode estar falsamente elevado em casos de hemólise. Sua concentração pode estar reduzida com o uso de contraceptivo oral. Flutuações significantes ocorrem com a dieta e pode resultar num folato sérico normal em um paciente deficiente. Deficiência grave de ferro pode mascarar a deficiência do folato. .


Material


Sangue


Instruções


Jejum não obrigatório.


Utilidade


As dosagens das colinesterases são os parâmetros para controle
biológico da exposição aos organofosforados e carbamatos, onde
encontram-se diminuídas. Existem dois tipos de colinesterases no
sangue: 1) colinesterase verdadeira (acetilcolinesterase ou
colinesterase eritrocitária), encontrada principalmente nas sinapses
do sistema nervoso, pulmões, baço e eritrócitos; 2)
pseudocolinesterase (benzoilcolinesterase ou colinesterase II ou
colinesterase plasmática), encontrada no plasma, intestino e em outros
tecidos. A colineterase eritrocitária é mais usada para avaliar
exposição crônica aos organofosforados. Sua atividade é suprimida de
forma mais lenta e menos intensa que a pseudocolinesterase. Ao
contrário da colinesterase plasmática, a colinesterase eritrocitária
tem aumento rápido de sua atividade após tratamento com Pralidoxime.
Outras condições podem cursar com diminuição da colinesterase
eritrocitária: hemoglobinúria paroxística noturna e anemia
megaloblastica. Condições que cursam com aumento da colinesterase
eritrocitária: estados hemolíticos como talassemia, esferocitose,
hemoglobina SS e anemias hemolíticas adquiridas.


Material


Sangue total + soro


Instruções


Preparo- - - Jejum não obrigatório.


Utilidade


Citrato se liga ao cálcio e inibe a formação de pedra nos rins. Assim, baixas concentrações de citrato pode levar à formação de pedra nos rins. Este é o fator de risco mais importante para a formação de pedra nos rins em crianças.


Material


Soro


Instruções


Jejum obrigatório de 8 horas


Utilidade


Teste utilizado no diagnóstico da síndrome do anticorpo antifosfolípide (AFL). Esta pode ser primária (na ausência de outros autoanticorpos e manifestações clínicas dos LES) ou associada ao LES (15% dos casos). Anticorpos antifosfolípides levam a manifestações clínicas vasoclusivas, que incluem trombose venosa, oclusão arterial, livedo reticular e perda fetal , além de manifestações hematológicas: trombocitopenia, anemia hemolítica e neutropenia. O diagnóstico é considerado definido quando duas ou mais manifestações clínicas (vasoclusiva ou hemocitopênicas) são encontradas e pelo menos um dos critérios laboratoriais é encontrado. Na pesquisa laboratorial para anticorpos anti-fosfolípides é recomendado a realização de ensaios para pesquisa de anticoagulante lúpico e anticorpos anti-cardiolipina, pois podem estar presentes de forma isolada. Anticorpos anti-cardiolipina IgG estão presentes em níveis moderados a elevados (maior que 40 GPL) e são mais específicos que os IgM para síndrome do AFL. Entretanto, alguns casos apresentam anticorpos apenas IgM ou, maisraramente, IgA.
Podem estar presentes em outras doenças como: artrite reumatóide, doenças infecciosas (sífilis, tuberculose, hanseníase, endocardite infecciosa, infecção pelo HIV , infecções virais agudas) e em indivíduos utilizando clorpromazina. Nesses casos encontra-se, em geral, títulos baixos e do isotipo IgM, não se observando fenômenos trombóticos. É importante lembrar que testes negativos não afastam completamente a presença de anticorpos antifoslípides. Na vigência de uma trombose aguda, os títulos destes anticorpos podem declinar transitoriamente a níveis normais.


Material


Sangue


Instruções


Jejum não obrigatório.


Utilidade


Elevações desta enzima associadas ao quadro clínico, radiológico e a
biópsia com granulomas não caseosos sugerem sarcoidose. Essa dosagem
possui sensibilidade de 30 a 80% no diagnóstico da sarcoidose. Níveis
baixos podem ser encontrados em pacientes em uso de corticóides e
antihipertensivos inibidores da ECA. Níveis elevados também podem ser
encontrados na doença de Gaucher, diabete melito, hanseníase,
amiloidose, doença hepática alcoólica, cirrose biliar primaria,
mieloma, hipertireoidismo, asbestose, silicose e psoríase.


Material


Soro


Instruções


Jejum não obrigatório.


Utilidade


Útil para o diagnostico de gastrite atrófica e anemia perniciosa.
Absorção da vitamina B12 (cobalamina) depende da produção do fator
intrínseco pelas células parietais gástricas que também secretam o
ácido clorídrico.
Gastrite autoimune leva à diminuição dos produtos das células
parietais e consequente gastrite atrófica e deficiência de B12 (anemia
perniciosa).
Anticorpos anti-células parietais são encontrados em 90% dos pacientes
com anemia perniciosa.
Valores elevados também podem ser encontrados em úlceras gástricas,
cancer gástrico e Síndrome de Sjögren. Cerca de 7% dos adultos
saudáveis têm esses anticorpos detectáveis.


Material


Sangue


Instruções


Jejum obrigatório de 8 horas.


Utilidade


Teste utilizado no diagnóstico da síndrome do anticorpo antifosfolípide (AFL). Esta pode ser primária (na ausência de outros autoanticorpos e manifestações clínicas dos LES) ou associada ao LES (15% dos casos).
Anticorpos antifosfolípides levam a manifestações clínicas vasoclusivas, que incluem trombose venosa, oclusão arterial, livedo reticular e perda fetal , além de manifestações hematológicas: trombocitopenia, anemia hemolítica e neutropenia. O diagnóstico é considerado definido quando duas ou mais manifestações clínicas (vasoclusiva ou hemocitopênicas) são encontradas e pelo menos um dos critérios laboratoriais é encontrado.
Na pesquisa laboratorial para anticorpos anti-fosfolípides é recomendado a realização de ensaios para pesquisa de anticoagulante lúpico e anticorpos anti-cardiolipina, pois podem estar presentes de forma isolada.
Anticorpos anti-cardiolipina IgG estão presentes em níveis moderados a elevados (maior que 40 GPL) e são mais específicos que os IgM para síndrome do AFL. Entretanto, alguns casos apresentam anticorpos apenas IgM ou, mais raramente, IgA. Podem estar presentes em outras doenças como: artrite reumatóide, doenças infecciosas (sífilis, tuberculose, hanseníase, endocardite infecciosa, infecção pelo HIV , infecções virais agudas) e em indivíduos utilizando clorpromazina. Nesses casos encontra-se, em geral, títulos baixos e do isotipo IgM, não se observando fenômenos trombóticos.
É importante lembrar que testes negativos não afastam completamente a presença de anticorpos antifoslípides. Na vigência de uma trombose aguda, os títulos destes anticorpos podem declinar transitoriamente a níveis normais.


Material


Sangue


Instruções


Jejum não obrigatório.


Utilidade


Mede as quantidades de hormônio adrenocorticotrófico no sangue. É usado para verificar se problemas com a glândula pituitária e glândulas suprarrenais.


Material


Sangue


Instruções


Jejum obrigatório de 8 horas ou conforme orientação médica.


Utilidade



A norma brasileira adota o Ala-U como indicador biológico para a vigilância de trabalhadores expostos ao chumbo e recomenda iniciar as avaliações biológicas no mínimo 1 mês após o início da exposição. A ação nociva do chumbo no organismo é precocemente revelada pelos sinais decorrentes da alteração na síntese do heme, causado pela inibição de algumas enzimas utilizadas na síntese da hemoglobina, devido a ligação do metal à enzima ácido aminolevulínico desidratase (ALA-D), causando o acúmulo do ácido delta aminolevulínico (ALA) no sangue e na urina.
Deste modo, a determinação da concentração do ácido delta aminolevulínico urinário (ALA-U) tem sido proposta para o monitoramento da exposição ocupacional ao chumbo, paralelamente aos níveis do metal no sangue (Pb-S).


Material


Urina - Amostra Isolada


Instruções


Preparo - - Colher urina após retenção urinária de 4 horas.

- Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco protegido da luz (âmbar).

- O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório. Sendo a coleta feita em casa, trazer o material ao laboratório no prazo máximo de 1 hora.

- O horário de coleta não é crítico desde que o trabalhador esteja em trabalho contínuo sem afastamento maior que 4 dias.

- Informar se a urina é de início ou final de jornada.

- Mulheres não podem fazer uso de creme e/ou óvulo vaginal nas 48 horas que antecedem o exame e, idealmente, devem colher a amostra fora do período da menstruação.


Utilidade


ADA é uma enzima que catalisa a conversão da adenosina e inosina, participando do processo
de diferenciação e proliferação de linfócitos. Níveis elevados da ADA são indicadores
indiretos de tuberculose meníngea, pericárdica e peritoneal. No líquido pleural tem
sensibilidade de 99% para diagnóstico de tuberculose; No líquor tem sensibilidade de 90% e
especificidade de 94%; No líquido pericárdico tem sensibilidade de 99% e especificidade de
83%; No líquido ascítico tem sensibilidade de 95% e especificidade de 96%; A dosagem da
ADA no soro não tem valor diagnóstico. Resultados falso- negativos podem ocorrer em
pacientes com SIDA. Níveis elevados também podem ser encontrados em infecções bacterianas,
criptocóccicas e neoplasias. Esta dosagem não substitui a biópsia no diagnóstico de
tuberculose.


Material


SANGUE


Instruções


Jejum não obrigatório.


Utilidade


Para descartar infecção recente, recomenda-se repetir a determinação
no prazo de 2 a 3 semanas para validar a soroconversão e/ou
determinar anticorpos tipo IgM.


Material


Soro


Instruções


Jejum não obrigatório.


Instruções


- Jejum obrigatório de 12 horas
- Evitar stress físico no dia da coleta.
- É recomendado que o paciente esteja em repouso pelo menos uma hora antes da coleta.


Material


Soro


Instruções


Jejum não obrigatório.


Utilidade


Avaliação das reações inflamatórias e imunológicas.


Material


SORO


Instruções


PREPAROALFA - JEJUM NÃO OBRIGATÓRIO


Utilidade


A Alfa-fetoproteína é uma importante glicoproteína do plasma fetal encontrada na região
alfa-1 na eletroforese. Níveis muito baixos são normais em adultos (não grávidas).
Esta aumentada no carcinoma hepatocelular, carcinoma embrionário, teratocarcinoma,
coriocarcinoma e monitora a terapia antineoplásica.
Alfa-fetoproteína elevada no soro materno, colhido entre 16 e 18 semanas detectam defeitos
do tubo neural (ex.:spina bifida) em um grande numero de acometidos, mas não em todos os
casos.
Com algumas anormalidades cromossômicas ( Síndrome de Down [trissomia
21] e Síndrome de Edwards [trissomia 18] ) e, relativamente, baixo no
soro materno.
Uma das causas mais comuns para um resultado anormal é a não correção,
do valor encontrado, pela idade gestacional. Assim, a confirmação da
idade gestacional pelo ultra-som é desejável. A Alfa-fetoproteína não
é tão sensível para a detecção de bifida no terceiro trimestre.
A Alfa-fetoproteína no líquido amniótico e realizado após o rastreio
materno positivo, mas pode ser realizada quando a historia materna ou
familiar e positiva para defeito no tubo neural.
A predição do defeito do tubo neural pode ser aferida mais
precisamente com a dosagem da Alfa-fetoproteína no liquido amniótico
do que no soro.


Material


Soro


Instruções


Jejum desejável de 4 horas.


Utilidade


A Alfa-1-glicoproteína Ácida (AAGP) é sintetizada nos hepatócitos, sendo a principal constituinte da mucoproteína de Winzler. É uma
proteína de fase aguda, não específica, surgindo 12 horas após a injúria e permanecendo por 3 a 5 dias. Níveis elevados ocorrem em processos inflamatórios, gravidez, neoplasias e terapia com corticoides. Níveis diminuídos ocorrem na síndrome nefrótica, terapia com
estrógenos e enteropatia perdedora de proteínas. A dosagem de AAGP substitui com vantagens a dosagem de mucoproteína por ser mais específica e apresentar maior reprodutibilidade.


Material


Soro


Instruções


Jejum não obrigatório


Utilidade


O tolueno é um hidrocarboneto aromático com origem e produção nas
indústrias petroquímica e siderúrgica. É um solvente com inúmeras
aplicações na indústria, sendo constituinte importante na produção de
resinas, tintas, thiner, colas, carvão, solvente para óleos, borracha
natural e sintética. O tolueno está presente na gasolina e é lançado
no meio ambiente como contaminante. Além disso, é o mais importante
constituinte dos vapores de solventes inalantes utilizados
por usuários de drogas de abuso. No setor químico, o tolueno é matéria
prima para a síntese orgânica de fármacos, vinil
tolueno, tolueno diisocianato, trinitrotolueno, antioxidantes,
cloreto de benzoato, sacarina, cloramina T, entre outros.
O Ácido hipúrico é o principal metabólito urinário do tolueno e é o
indicador biológico de dose interna mais utilizado no Brasil. Sua
concentração na urina coletada ao final da jornada de trabalho,
correlaciona-se com a exposição média no dia, quando avaliada em
grupos de trabalhadores.


Material


Urina


Instruções


- Lavar as mãos antes de colher.

- Colher urina após retenção urinária de 4 horas. Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina,
coletar o jato médio em frasco próprio.
- Informar se é urina início ou final de jornada, quando for exposição ocupacional.
- Se a amostra for pós jornada de trabalho, colher amostra ao final do último dia de trabalho da semana.
- Evitar colher após a primeira jornada (dia) de trabalho da semana.
- Como a maior parte do metabólito é excretada nas 4 horas seguintes ao final da jornada de trabalho, recomenda-se, quando possível, a coleta da urina durante este período de 4 horas pós-exposição.
- Evitar fatores interferentes (dieta ou medicamentos conforme orientação médica) 1 dia antes da coleta: frutas (ameixa, pêssego),
grãos verdes de café, alimentos e bebidas conservados com benzoatos (refrigerantes, margarinas, mostarda, ketchup, alguns tipos de pães, alguns tipos de sucos de frutas industrializadas), consumo de álcool, antidepressivos IMAO (exemplo: isocarboxazida), femprobamato,
dietilpropriona.


Utilidade


A 17-OH-Progesterona é um esteróide produzido pelas gônadas e pelas supra-renais, sendo precursor da síntese do cortisol. É o principal marcador da deficiência da 21-hidroxilase, causa da forma mais comum de hiperplasia congênita da supra-renal. Ao nascimento, os valores encontram-se elevados, normalizando-se rapidamente na primeira semana de vida. Tem-se valorizado muito a dosagem da 17-OH-Progesterona (17OHP) na avaliação de certas formas de hirsutismo, causadas pela hiperplasia da supra-renal de inicio tardio. A 17OHP encontra-se elevada também na deficiência da 11-beta-hidroxilase, porém em menor intensidade.


Material


Soro


Instruções


JEJUM OBRIGATÓRIO DE 8 HORAS, OU ESPECIFICADO PELO EM ORIENTAÇÃO MÉDICA.


Utilidade


Os casos suspeitos de infecções por Chikungunya são confirmados através do diagnóstico laboratorial positivo para IgM anti-chikungunya ou por um aumento de título de 4 vezes de IgG específico em duas amostras, ou alternativamente, por um resultado positivo de PCR. Uma vez que os anticorpos específicos contra o vírus Chikungunya (IgG, IgM) são detectáveis nos primeiros 6-8 dias após o aparecimento dos primeiros sintomas, a detecção por PCR é essencial para o diagnóstico de infecções agudas. Para a triagem, a detecção de antígenos virais ou anticorpos IgM específicos do vírus é de grande significância.


Material


Soro:


Instruções


Jejum Não obrigatório


Utilidade


Marcador de desordens do metabolismo protéico (nutricional, síntese reduzida, perda aumentada); avaliação de status nutricional; pressão oncótica sanguínea; doença renal com proteinúria; outras doenças crônicas.


Material


Soro


Instruções


Jejum não obrigatório.


Utilidade


A aldosterona e secretada pela glândula adrenal. A sua produção e regulada pelo sistema renina-angiotensina. Elevações ocorrem no hiperaldosteronismo primário e secundário, dieta pobre em sódio, gravidez e Síndrome de Bartter. Reduções são observadas em alguns casos de hiperplasia adrenal congênita, deficiência de síntese, dieta rica em sódio, Doença de Addison e no hiperaldosteronismo hiporreninêmico. O principal uso clínico da dosagem de aldosterona (sérica e urinaria) e o diagnostico de hiperaldosteronismo primário. O sistema renina-angiotensina responde rapidamente a vários estímulos fisiológicos, tornando uma medida randômica de aldosterona, isolada, de pouco valor diagnóstico.


Material


Urina


Instruções


<- Dieta conforme orientação médica.
- Repouso de 5 a 15 minutos sentado ou conforme orientação médica.
- Medicamentos:
A critério médico, devem ser suspensos, pelo menos duas semanas antes da realização do exame os anti-inflamatórios não esteróides, anti-hipertensivos (beta bloqueadores, inibidores da enzima de conversão, agentes bloqueadores da ação da angiotensina II, diuréticos tiazídicos, poupadores de potássio e de alça, bloqueadores do canal de cálcio. A espironolactona deve ser suspensa 6 semanas antes da coleta.


Utilidade


Essa enzima é utilizada na avaliação dos quadros de fraqueza muscular.
Níveis elevados são encontrados nas fases iniciais das doenças
musculares como distrofia muscular e dermatopolimiosite. Níveis
elevados também podem ser encontrados em doenças hepáticas, na
pancreatite, no infarto do miocárdio e em neoplasias. Valores baixos
podem ser encontrados nas fases avançadas das miopatias.


Material


Soro


Instruções


Jejum não obrigatório


Utilidade


O alumínio é um elemento não essencial, então considerado tóxico, porém de grande apreciação clínica como antiácido estomacal e como agente quelante de fosfato para pacientes em tratamento de diálise. As vias de absorção são: inalatória, oral, via dérmica e parenteral (principalmente em pacientes com insuficiência renal crônica em tratamento de hemodiálise, devido à presença de alumínio nas soluções). Os rins são a principal via de eliminação de alumínio derivado da ingestão. Os principais efeitos tóxicos do Al são no SNC e no metabolismo ósseo. O Ministério da Saúde define como critério de avaliação, que o alumínio deva ser monitorado pelo menos uma vez ao ano. Os valores de referência para pacientes em hemodiálise e para trabalhadores expostos, não devem ser comparados, porque os compostos de alumínio não são os mesmos. O problema da contaminação já existe a partir da coleta da amostra em função do tipo de recipiente para a armazenagem, limpeza do mesmo e da presença de partículas de poeira no ar. Às amostras de sangue acrescentam-se ainda traços de alumínio provenientes da pele do paciente, da utilização de agulhas e seringas e, quando necessário, da utilização de agentes anticoagulantes. As principais fontes de contaminação são recipientes, reagentes e partículas provenientes do ar. Recipientes de vidro são contra-indicados devido à presença do óxido de alumínio.


Material


SANGUE


Instruções


Em caso de pacientes que fazem hemodiálise: a coleta deve ser realizada precedendo a sessão de diálise, antes da heparinização do paciente, ao final do maior período interdialítico ou conforme orientação médica.


Utilidade


O alumínio é um elemento não essencial, então considerado tóxico, porém de grande apreciação clínica como antiácido estomacal e como agente quelante de fosfato para pacientes em tratamento de diálise. As vias de absorção são: inalatória, oral, via dérmica e parenteral (principalmente em pacientes com insuficiência renal crônica em tratamento de hemodiálise, devido à presença de alumínio nas soluções). Os rins são a principal via de eliminação de alumínio derivado da ingestão. Os principais efeitos tóxicos do Al são no SNC e no metabolismo ósseo. O Ministério da Saúde define como critério de avaliação que o alumínio deva ser monitorado pelo menos uma vez ao ano. Os valores de referencia para pacientes em hemodiálise e para trabalhadores expostos, não devem ser comparados, porque os compostos de alumínio não são os mesmos. O problema da contaminação já existe a partir da coleta da amostra em função do tipo de recipiente para a armazenagem, limpeza do mesmo e da presença de partículas de poeira no ar. Às amostras de sangue acrescentem-se ainda traços de alumínio provenientes da pele do paciente, da utilização de agulhas e seringas e, quando necessário, da utilização de agentes anticoagulantes. As principais fontes de contaminação são recipientes, reagentes e partículas provenientes do ar. Recipientes de vidro são contra- indicados devido à presença do óxido de alumínio.


Material


URINA


Instruções


-- Lavar as mãos antes de colher.
- Colher urina após retenção urinária de 4 horas.
- Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina,
coletar o jato médio em frasco próprio.
- Entregar a urina no laboratório até 2 horas após a coleta.
- Não colher em local de trabalho.
- Retirar o uniforme de trabalho antes da coleta.


Utilidade


O Xileno é um hidrocarboneto aromático, que produz depressão do
sistema nervoso central (SNC). É um irritante de pele e mucosas
similar ao tolueno, e que preferencialmente acumula-se no cérebro e
tecidos adiposos.
O Xileno está presente no ambiente em geral, principalmente devido à
emissão em veículos automotores, devido a sua presença na gasolina. O
Xileno também é utilizado na produção de perfumes, praguicidas,
produtos farmacêuticos e nas indústrias de tinta,
plástico, borracha e couro.
O Ácido Metil Hipúrico representa mais que 95% da fração metabolizada
do Xileno. A determinação do Ácido Metil Hipúrico urinário é
empregada na monitorização biológica de trabalhadores expostos
ocupacionalmente ao solvente. Níveis elevados de Ácido Metil Hipúrico
urinário indicam uma exposição ocupacional excessiva ao Xileno.


Material


URINA


Instruções


Lavar as mãos antes de colher.

- Colher urina após retenção urinária de 4 horas. Fazer higiene da
genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina,
coletar o jato médio em frasco próprio.
- Informar se é urina início ou final de jornada quando for exposição
ocupacional.
- Se a amostra for pós jornada de trabalho, colher amostra ao final do
último dia de trabalho da semana.
- Evitar colher após a primeira jornada de trabalho da semana.
- A ingestão de álcool inibe a biotransformação dos Xilenos e diminui
a excreção urinária do Ácido Metil Hipúrico.
- A biotransformação do xileno a ácido metil-hipúrico é inibida na
presença de ácido acetil salicílico (Aspirina).
- A exposição concomitante ao xileno e à metiletilcetona pode
resultar em inibição de enzimas envolvidas no metabolismo do
hidrocarboneto.


Utilidade


A amilase é uma enzima excretada pelo pâncreas, sensível no diagnóstico de pancreatite aguda. Eleva-se 12 horas após o início da
pancreatite e persiste por 3 a 4 dias. Valores três a cinco vezes acima do nível normal são considerados significativos. Níveis elevados
também são encontrados em tumores periampulares, caxumba, úlcera péptica perfurada, obstrução e infarto intestinal,
colecistopatias sem pancreatite, cirrose hepática, aneurisma de aorta, apendicite, traumas, queimaduras, uso de colinérgicos, meperidina e morfina. Hipertrigliceridemia pode causar resultados falsamente baixos.


Material


SANGUE


Instruções


Jejum não obrigatório.


Utilidade


A amônia (NH3) circulante origina-se da ação de enzimas bacterianas nos aminoácidos presentes no conteúdo do intestino delgado e grosso.
Metabolismo da NH3 ocorre no ciclo da ureia. Excluindo as variáveis pré-analíticas, as principais causas de hiperamonemia são os erros inatos do metabolismo e a insuficiência hepática. Aumentos de amônia plasmática também são encontrados na: Síndrome de Reye, tabagismo,
terapia de hiperalimentacao, nutrição parenteral total, infecção urinária, neonatos normais (transitória), uso de valproato, sangramento gastrintestinal, choque, hipovolemia, miopatias mitocondriais, asfixia perinatal, insuficiência cardíaca congestiva e infecção por bactéria urease-positiva. Redução dos níveis de amônia plasmática são encontrados na Hiperornitinemia. Extremo rigor é necessário na coleta que se evite elevações espúrias.


Material


MOSTRA - SANGUE


Instruções


O paciente fumante deve abster-se do fumo 12 horas antes da coleta


Utilidade


Diagnóstico de macroamilasemia e pancreatites agudas e crônicas.


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