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O Biolab Análises Clínicas possui equipamentos de última geração e uma equipe técnica altamente qualificada. Essa estrutura permite a realização de mais de 1.000 tipos de exames relacionados.

 
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A norma brasileira adota o Ala-U como indicador biológico para a vigilância de trabalhadores expostos ao chumbo e recomenda iniciar as avaliações biológicas no mínimo 1 mês após o início da exposição. A ação nociva do chumbo no organismo é precocemente revelada pelos sinais decorrentes da alteração na síntese do heme, causado pela inibição de algumas enzimas utilizadas na síntese da hemoglobina, devido a ligação do metal à enzima ácido aminolevulínico desidratase (ALA-D), causando o acúmulo do ácido delta aminolevulínico (ALA) no sangue e na urina.
Deste modo, a determinação da concentração do ácido delta aminolevulínico urinário (ALA-U) tem sido proposta para o monitoramento da exposição ocupacional ao chumbo, paralelamente aos níveis do metal no sangue (Pb-S).


Material


Urina - Amostra Isolada


Instruções


Preparo - - Colher urina após retenção urinária de 4 horas.

- Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco protegido da luz (âmbar).

- O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório. Sendo a coleta feita em casa, trazer o material ao laboratório no prazo máximo de 1 hora.

- O horário de coleta não é crítico desde que o trabalhador esteja em trabalho contínuo sem afastamento maior que 4 dias.

- Informar se a urina é de início ou final de jornada.

- Mulheres não podem fazer uso de creme e/ou óvulo vaginal nas 48 horas que antecedem o exame e, idealmente, devem colher a amostra fora do período da menstruação.


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Utilidade


Para descartar infecção recente, recomenda-se repetir a determinação
no prazo de 2 a 3 semanas para validar a soroconversão e/ou
determinar anticorpos tipo IgM.


Material


Soro


Instruções


Jejum não obrigatório.


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Instruções


- Jejum obrigatório de 12 horas
- Evitar stress físico no dia da coleta.
- É recomendado que o paciente esteja em repouso pelo menos uma hora antes da coleta.


Material


Soro


Instruções


- Jejum não obrigatório.


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Material


Soro


Instruções


Jejum não obrigatório.


Utilidade


A maior parte do etanol é metabolizada no fígado, principalmente por ação da enzima álcool-desidrogenase. Quando há consumo crônico de álcool, ocorre indução enzimática, sendo as taxas de metabolismo mais altas. A farmacocinética do álcool é complexa e depende também de outros fatores genéticos e ambientais, como a quantidade e o tipo de bebida ingerida, a presença de alimentos no estômago, o fluxo sanguíneo hepático, idade e sexo, além da atividade enzimática. Esses fatores podem ser responsáveis pelas diferenças observadas na eliminação do etanol que, em geral, varia de 10 a 25 mg/dL/hora. A excreção do etanol inalterado através do suor, respiração e urina, corresponde a 2 a 5% do total. Deve-se ressaltar que o etanol é rapidamente eliminado do organismo, sendo a detecção de sua presença no sangue, urina ou ar expirado útil apenas para a investigação do consumo recente de álcool, ou seja, nas poucas horas que antecedem a coleta. O tempo de detecção do etanol na urina é de 6 a 12 horas. É importante ressaltar que para investigação de consumo prévio de álcool, a dosagem em sangue total, soro ou plasma é considerada a referência para avaliar as concentrações de etanol. A dosagem na urina é uma alternativa adotada pela maior praticidade, mas os valores não podem ser diretamente relacionados aos níveis sanguíneos. Como a urina é armazenada na bexiga antes de ser eliminada, a concentração de etanol pode ser subestimada ou superestimada. A concentração dosada estará abaixo do esperado quando a urina produzida após o consumo de álcool for diluída pela urina previamente formada e isenta de etanol na bexiga. Por outro lado, quando o indivíduo já atingiu a fase pós-absortiva e não houve esvaziamento completo da bexiga, a urina recém-formada pode contaminar-se com a urina já presente na mesma, que contém maior concentração de etanol, sendo o resultado da dosagem urinária alterada mesmo com a concentração sanguínea já normalizada.
Embora a maior fonte de exposição ao etanol seja a ingestão de bebidas alcoólicas, outras fontes não devem ser ignoradas. O etanol é muito usado como solvente, reagente e produto intermediário na indústria. Neste cenário, ele pode ser utilizado como anticongelante, combustível, solvente de tintas e na fabricação de plásticos e borracha sintética. Uma importante via de exposição ocupacional é a inalatória. O etanol também é utilizado como componente de produtos domésticos e de uso pessoal. Adicionalmente, há um nível naturalmente presente no organismo devido ao metabolismo da flora intestinal e microrganismos eventualmente presentes na urina também são capazes de produzir etanol pela conversão metabólica da glicose ou de outros substratos endógenos. Na fase pré-analítica, também é importante estar atento à possibilidade de interferentes e recomenda-se que a assepsia não seja realizada com produtos que contenham álcool etílico.


Material


Plasma Fluoretado


Instruções


- Jejum não obrigatório.
- Para casos em que a dosagem se destina à pesquisa de suspeita de ingestão de bebida alcoólica , a coleta deve ser realizada o mais próxima possível do momento do consumo. Não há um prazo ideal a ser definido para que a coleta seja realizada, haja vista que os níveis de etanol variam em função de vários fatores, tais como o volume e o tipo de bebida ingerida, a frequência de consumo, presença de alimentos no trato gastrointestinal, além de fatores individuais.


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A Alfa-1-anti-tripsina nas fezes é uma proteína resistente à degradação pelas enzimas digestivas, sendo utilizada como marcador endógeno da perda protéica pelo tubo digestivo. Níveis elevados são encontrados nas enteropatias perdedoras de proteínas: enterite regional, Doença de Whipple, carcinoma gástrico, gastroenteropatia alérgica, linfagectasia intestinal, intolerância ao leite de vaca e na hipogamaglobulinemia congênita.


Material


Fezes


Instruções


- Não é necessario dieta.
- Antes de coletar as fezes, se necessário, urinar no vaso sanitário para evitar a contaminação do material.
- Evitar o uso de laxantes, substâncias digestivas, contraste oral ( utilizado em exames radiológicos) e supositórios nos 3 dias que antecedem ao exame e no dia da coleta.
- Defecar em vasilhame limpo e seco, próprio para coleta de fezes.


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Utilidade


Avaliação das reações inflamatórias e imunológicas.


Material


SORO


Instruções


- JEJUM NÃO OBRIGATÓRIO


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Utilidade




Material


Urina


Instruções


- Colher preferencialmente no laboratório a 1ª urina da manhã ou com
intervalo de 4 horas entre as micções.
- Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina e
coletar o jato do meio.
- Para coletas realizadas em casa o cliente deve ser informado que o
prazo para entregar a urina no laboratório é de 1 hora em temperatura
ambiente.
- Utilizar frasco limpo e próprio para coleta de urina.


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Utilidade


Na avaliação de perda protéica pelo tubo digestivo.


Material


Fezes


Instruções


- Não é necessario dieta.
- Antes de coletar as fezes, se necessário, urinar no vaso sanitário para evitar a contaminação do material.
- Evitar o uso de laxantes, substâncias digestivas, contraste oral ( utilizado em exames radiológicos) e supositórios nos 3 dias que antecedem ao exame e no dia da coleta.
- Defecar em vasilhame limpo e seco, próprio para coleta de fezes.


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O etilbenzeno é um intermediário químico de alto valor comercial, utilizado extensivamente nas indústrias química, petroquímica e farmacêutica, em diferentes aplicações, tais como solvente na fabricação de tintas e vernizes e como precursor de diversos outros produtos.
O estireno possui ação irritante de pele e mucosa, apresenta neurotoxicidade central e periférica, além de ser hepatotóxico e carcinogênico.
O Ácido Mandélico é o principal metabólito do estireno e também do etil benzeno. A relação Ácido Mandélico/Ácido Fenilglioxílico varia com a concentração ambiental, sendo maior em concentrações mais elevadas de Estireno. A determinação dos Ácidos Mandélico e Fenilglioxílico é realizada para a monitorização biológica de trabalhadores expostos a estireno. Níveis elevados destes metabólitos na urina indicam exposição ocupacional excessiva ao composto.


Material


Urina


Instruções


- Colher urina após retenção urinária mínima de 4 horas. Lavar as mãos, fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina e coletar o jato médio em frasco próprio.
- Colher urina ao final do último dia da jornada de trabalho da semana. Evitar a primeira jornada de trabalho da semana.


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Utilidade


A Alfa-fetoproteína é uma importante glicoproteína do plasma fetal encontrada na região
alfa-1 na eletroforese. Níveis muito baixos são normais em adultos (não grávidas).
Esta aumentada no carcinoma hepatocelular, carcinoma embrionário, teratocarcinoma,
coriocarcinoma e monitora a terapia antineoplásica.
Alfa-fetoproteína elevada no soro materno, colhido entre 16 e 18 semanas detectam defeitos
do tubo neural (ex.:spina bifida) em um grande numero de acometidos, mas não em todos os
casos.
Com algumas anormalidades cromossômicas ( Síndrome de Down [trissomia
21] e Síndrome de Edwards [trissomia 18] ) e, relativamente, baixo no
soro materno.
Uma das causas mais comuns para um resultado anormal é a não correção,
do valor encontrado, pela idade gestacional. Assim, a confirmação da
idade gestacional pelo ultra-som é desejável. A Alfa-fetoproteína não
é tão sensível para a detecção de bifida no terceiro trimestre.
A Alfa-fetoproteína no líquido amniótico e realizado após o rastreio
materno positivo, mas pode ser realizada quando a historia materna ou
familiar e positiva para defeito no tubo neural.
A predição do defeito do tubo neural pode ser aferida mais
precisamente com a dosagem da Alfa-fetoproteína no liquido amniótico
do que no soro.


Material


Soro


Instruções


Jejum desejável de 4 horas.


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Teste útil para diagnostico e monitorização do tratamento da Doença Celíaca (DC) e da
Dermatite Herpetiforme. Na DC, a ingestão de gluten leva à produção de anticorpos IgG e
IgA anti-gliadina e anticorpos anti-endomísio.Resultado negativo não afasta completamente
DC. Apresentam sensibilidade e especificidade inferior ao anti- endomísio. A detecção de
anti-gliadina IgG é importante, pois 10% dos pacientes portadores de DC tem deficiência
congênita de IgA. Anti- gliadina IgA esta presente em 75 a 90% dos casos de DC.
Anti-gliadina IgG esta presente em 69 a 85% dos pacientes com DC e 29% de indivíduos sem a
doença. A dosagem de anti-gliadina IgM não agrega poder diagnóstico. Redução dos títulos
de gliadina ocorrem em meses após o início da restrição dietética. O padrão ouro para
diagnostico de DC e a biópsia intestinal.


Material


Soro


Instruções


Jejum obrigatório de 8 horas.


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Utilidade


Teste útil para diagnostico e monitorização do tratamento da Doença
Celíaca (DC) e da Dermatite Herpetiforme. Na DC, a ingestão de gluten
leva à produção de anticorpos IgG e IgA anti-gliadina e
anticorpos anti-endomísio.Resultado negativo não afasta completamente
DC. Apresentam sensibilidade e especificidade inferior ao anti-
endomísio. A detecção de anti-gliadina IgG e importante, pois 10% dos
pacientes portadores de DC tem deficiência congênita de IgA. Anti-
gliadina IgA esta presente em 75 a 90% dos casos de DC. Anti-gliadina
IgG esta presente em 69 a 85% dos pacientes com DC e 29% de indivíduos
sem a doença. A dosagem de anti-gliadina IgM não agrega poder
diagnóstico. Redução dos títulos de gliadina ocorrem em meses após o
inicio da restrição dietética. O padrão ouro para diagnostico de DC e
a biópsia intestinal.


Material


Soro


Instruções


Jejum obrigatório de 8 horas.


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Utilidade


De acordo com as recomendações da sociedade internacional de trombose e hesmostasia, a pesquisa de anticoagulante lúpico deve ser realizada em três etapas sequenciais: uma etapa de triagem, utilizando-se um reagente com baixa concentração de fosfolípide, com a demonstração de prolongamento de um tempo de coagulação dependente de fosfolípide; o ensaio de mistura com plasma normal, para demonstrar que o prolongamento é causado por um inibidor específico e não por deficiências de fatores da coagulação; uma etapa confirmatória para caracterização da natureza dependente de fosfolípide do inibidor, utilizando-se um reagente com alta concentração de fosfolípide, com a demonstração da correção do prolongamento do tempo de coagulação alterado na etapa de triagem. Devem-se utilizar pelo menos dois testes com princípios diferentes para a pesquisa de anticoagulante lúpico. O Teste do Veneno de Víbora de Russel Diluído (TVVRD) é um ensaio automatizado que inclui uma etapa de triagem e uma etapa confirmatória. Alguns autores consideram este teste como o mais específico para detectar AL em pacientes com alto risco de desenvolver trombose arterial ou venosa. Na etapa de triagem a amostra é incubada em concentração baixa de fosfolípides (teste 1, LAC Screen). Na presença de AL, haverá prolongamento do tempo de coagulação. O reagente contém veneno de víbora de Russel, fosfolípides, cálcio, protrombina, fator V e um inibidor de heparina. As amostras positivas na etapa de triagem são testadas na etapa confirmatória (teste 2, LAC Confirm), que contêm uma concentração mais alta de fosfolípides que neutralizam o AL presente no plasma, encurtando o tempo de coagulação. O veneno de víbora de Russell ativa diretamente o fator X e desencadeia a coagulação a este nível. Este teste é independente das anomalias da fase de contato e das que atingem os fatores VIII, IX e e XI (déficits ou inibidores). O resultado é um índice calculado como a razão entre os tempos do teste 1 sobre o teste 2.


Material


Plasma (Citrato)


Instruções


- Jejum obrigatório de 8 horas.


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Diagnóstico de doença celíaca. 


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Soro


Instruções


Jejum não obrigatório.


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Utilidade




Material


Soro


Instruções


- Jejum não obrigatório.


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A Alfa-1-glicoproteína Ácida (AAGP) é sintetizada nos hepatócitos, sendo a principal constituinte da mucoproteína de Winzler. É uma
proteína de fase aguda, não específica, surgindo 12 horas após a injúria e permanecendo por 3 a 5 dias. Níveis elevados ocorrem em processos inflamatórios, gravidez, neoplasias e terapia com corticoides. Níveis diminuídos ocorrem na síndrome nefrótica, terapia com estrógenos e enteropatia perdedora de proteínas. A dosagem de AAGP substitui com vantagens a dosagem de mucoproteína por ser mais específica e apresentar maior reprodutibilidade.


Material


Soro


Instruções


Jejum não obrigatório


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São anticorpos contra o antígeno do core viral. O anti-HBc IgM surge ao mesmo tempo que as alterações das transaminases na infecção aguda (1 a 2 semanas após o HBsAg) e rapidamente alcança títulos elevados. Encontra-se positivo na infecção aguda e durante a exacerbação da doença crônica ativa. Juntamente com o HBV DNA, podem ser os únicos marcadores de infecção neonatal ou quando quantidades pequenas de HBsAg são produzidas (hepatite fulminante). Nos 4 a 6 meses subsequente, Anti-HBc IgM predomina com queda moderada e aumento dos títulos de anti-HBc IgG. Em infecções auto-limitadas, o anti-HBc IgM se torna indetectável em poucos meses, embora títulos baixos possam ser encontrados por até dois anos. Em infecções crônicas de baixo grau, anti-HBc IgM também é indetectável ou com títulos baixos, mas usualmente apresenta picos quando a replicação viral se exacerba. Pode ser o único marcador da hepatite na janela entre o desaparecimento do HBsAg e surgimento do Anti-HBs. Todo o anti-HBc do tipo IgG persiste por toda a vida em > 90% dos pacientes. Assim sua presença indica infecção atual ou prévia pelo HBV. Este anticorpo não confere imunidade. Pacientes positivos para Anti-HBc IgG mas negativos para HBsAg e Anti-HBs podem ocorrer nas seguinte situações: a) falso-positivo (doenças auto-imunes, hipergamaglobulinemia, mononucleose); b) anticorpos adquiridos passivamente; c) infecção recente em periodo de janela imunológica (HBsAg já depurado e anti-HBs ainda negativo); d) infecção crônica, com níveis de HBsAg baixos; e) infecção prévia pelo HBV com anti-HBs
indetectável.


Material


Soro


Instruções


Jejum não obrigatório.


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Utilidade


O tolueno é um hidrocarboneto aromático com origem e produção nas
indústrias petroquímica e siderúrgica. É um solvente com inúmeras
aplicações na indústria, sendo constituinte importante na produção de
resinas, tintas, thiner, colas, carvão, solvente para óleos, borracha
natural e sintética. O tolueno está presente na gasolina e é lançado
no meio ambiente como contaminante. Além disso, é o mais importante
constituinte dos vapores de solventes inalantes utilizados
por usuários de drogas de abuso. No setor químico, o tolueno é matéria
prima para a síntese orgânica de fármacos, vinil
tolueno, tolueno diisocianato, trinitrotolueno, antioxidantes,
cloreto de benzoato, sacarina, cloramina T, entre outros.
O Ácido hipúrico é o principal metabólito urinário do tolueno e é o
indicador biológico de dose interna mais utilizado no Brasil. Sua
concentração na urina coletada ao final da jornada de trabalho,
correlaciona-se com a exposição média no dia, quando avaliada em
grupos de trabalhadores.



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Urina


Instruções


- Lavar as mãos antes de colher.

- Colher urina após retenção urinária de 4 horas. Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina,
coletar o jato médio em frasco próprio.
- Informar se é urina início ou final de jornada, quando for exposição ocupacional.
- Se a amostra for pós jornada de trabalho, colher amostra ao final do último dia de trabalho da semana.
- Evitar colher após a primeira jornada (dia) de trabalho da semana.
- Como a maior parte do metabólito é excretada nas 4 horas seguintes ao final da jornada de trabalho, recomenda-se, quando possível, a coleta da urina durante este período de 4 horas pós-exposição.
- Evitar fatores interferentes (dieta ou medicamentos conforme orientação médica) 1 dia antes da coleta: frutas (ameixa, pêssego),
grãos verdes de café, alimentos e bebidas conservados com benzoatos (refrigerantes, margarinas, mostarda, ketchup, alguns tipos de pães, alguns tipos de sucos de frutas industrializadas), consumo de álcool, antidepressivos IMAO (exemplo: isocarboxazida), femprobamato,
dietilpropriona.


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Utilidade


A 17-OH-Progesterona é um esteróide produzido pelas gônadas e pelas supra-renais, sendo precursor da síntese do cortisol. É o principal marcador da deficiência da 21-hidroxilase, causa da forma mais comum de hiperplasia congênita da supra-renal. Ao nascimento, os valores encontram-se elevados, normalizando-se rapidamente na primeira semana de vida. Tem-se valorizado muito a dosagem da 17-OH-Progesterona (17OHP) na avaliação de certas formas de hirsutismo, causadas pela hiperplasia da supra-renal de inicio tardio. A 17OHP encontra-se elevada também na deficiência da 11-beta-hidroxilase, porém em menor intensidade.



Material


Soro


Instruções


JEJUM OBRIGATÓRIO DE 8 HORAS, OU ESPECIFICADO PELO EM ORIENTAÇÃO MÉDICA.


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Utilidade


Relacionado como marcador de polimiosite. Na confirmação de padrão citoplasmático pontilhado fino encontrado na pesquisa de autoanticorpos em Células HEp-2 (FAN). 


Material


Soro


Instruções


- Jejum obrigatório de 8 horas.
- Intervalo entre mamadas para lactentes.


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Utilidade


Os casos suspeitos de infecções por Chikungunya são confirmados através do diagnóstico laboratorial positivo para IgM anti-chikungunya ou por um aumento de título de 4 vezes de IgG específico em duas amostras, ou alternativamente, por um resultado positivo de PCR. Uma vez que os anticorpos específicos contra o vírus Chikungunya (IgG, IgM) são detectáveis nos primeiros 6-8 dias após o aparecimento dos primeiros sintomas, a detecção por PCR é essencial para o diagnóstico de infecções agudas. Para a triagem, a detecção de antígenos virais ou anticorpos IgM específicos do vírus é de grande significância.


Material


Soro:


Instruções


Jejum Não obrigatório


Utilidade


Marcador de desordens do metabolismo protéico (nutricional, síntese reduzida, perda aumentada); avaliação de status nutricional; pressão oncótica sanguínea; doença renal com proteinúria; outras doenças crônicas.


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Soro


Instruções


Jejum não obrigatório.


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Utilidade


A aldosterona e secretada pela glândula adrenal. A sua produção e regulada pelo sistema renina-angiotensina. Elevações ocorrem no hiperaldosteronismo primário e secundário, dieta pobre em sódio, gravidez e Síndrome de Bartter. Reduções são observadas em alguns casos de hiperplasia adrenal congênita, deficiência de síntese, dieta rica em sódio, Doença de Addison e no hiperaldosteronismo hiporreninêmico. O principal uso clínico da dosagem de aldosterona (sérica e urinaria) e o diagnostico de hiperaldosteronismo primário. O sistema renina-angiotensina responde rapidamente a vários estímulos fisiológicos, tornando uma medida randômica de aldosterona, isolada, de pouco valor diagnóstico.


Material


Urina


Instruções


<- Dieta conforme orientação médica.
- Repouso de 5 a 15 minutos sentado ou conforme orientação médica.
- Medicamentos:
A critério médico, devem ser suspensos, pelo menos duas semanas antes da realização do exame os anti-inflamatórios não esteróides, anti-hipertensivos (beta bloqueadores, inibidores da enzima de conversão, agentes bloqueadores da ação da angiotensina II, diuréticos tiazídicos, poupadores de potássio e de alça, bloqueadores do canal de cálcio. A espironolactona deve ser suspensa 6 semanas antes da coleta.


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Utilidade


Confirma o diagnostico de miastenia gravis (MG); sendo o ensaio altamente especifico. Detecta MG em pacientes com timoma ou doença enxerto-hospedeiro. O anticorpo anti-receptor de acetilcolina é negativo em 7% a 34% dos indivíduos com MG e, falso-negativos são observados em 21% a 50% dos casos de MG ocular. O anticorpo pode não ser detectado durante os primeiros 6 a 12 meses após o inicio dos sintomas. O teste tem maior probabilidade de estar positivo naqueles com forma moderada a grave do que em indivíduos com a forma leve da doença. Resultados falso-positivos biológicos são encontrados na síndrome de Eaton-Lambert, raramente em parentes do primeiro grau dos acometidos com MG, timoma sem evidencia de MG, esclerose lateral amiotrófica, cirrose biliar primaria carcinoma de pulmão e em indivíduos idosos com propensão a doenças auto-imunes. Embora falso-
positivos são descritos em indivíduos submetidos a transplante de medula óssea e tratamento subsequente com penicilamina, sinais clínicos de MG podem desenvolver-se nesses pacientes.

Segue abaixo uma orientação quanto à indicação do uso dos anticorpos dos receptores de acetilcolina (ligador, bloqueador e receptor):

Screening inicial: anticorpo ligador Confirmação de diagnóstico: anticorpo ligador ou anticorpo modulador (caso o ligador for negativo) Monitorização da resposta terapêutica e progressão da doença: anticorpo bloqueador
Início recente da MG (menor que 1 ano): anticorpo modulador
Apenas fraqueza moderada do músculo: anticorpo modulador
Apenas fraqueza do músculo ocular: anticorpo modulador


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Soro


Instruções


- Jejum desejável de 4 horas.


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 Na avaliação de doenças hepáticas de etiologia desconhecida, bem como marcadores de hepatite autoimune do tipo 2. 


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Soro


Instruções


Jejum não obrigatório.


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Utilidade


Essa enzima é utilizada na avaliação dos quadros de fraqueza muscular.
Níveis elevados são encontrados nas fases iniciais das doenças
musculares como distrofia muscular e dermatopolimiosite. Níveis
elevados também podem ser encontrados em doenças hepáticas, na
pancreatite, no infarto do miocárdio e em neoplasias. Valores baixos
podem ser encontrados nas fases avançadas das miopatias.


Material


Soro


Instruções


Jejum não obrigatório


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O alumínio é um elemento não essencial, então considerado tóxico, porém de grande apreciação clínica como antiácido estomacal e como agente quelante de fosfato para pacientes em tratamento de diálise. As vias de absorção são: inalatória, oral, via dérmica e parenteral (principalmente em pacientes com insuficiência renal crônica em tratamento de hemodiálise, devido à presença de alumínio nas soluções). Os rins são a principal via de eliminação de alumínio derivado da ingestão. Os principais efeitos tóxicos do Al são no SNC e no metabolismo ósseo. O Ministério da Saúde define como critério de avaliação, que o alumínio deva ser monitorado pelo menos uma vez ao ano. Os valores de referência para pacientes em hemodiálise e para trabalhadores expostos, não devem ser comparados, porque os compostos de alumínio não são os mesmos. O problema da contaminação já existe a partir da coleta da amostra em função do tipo de recipiente para a armazenagem, limpeza do mesmo e da presença de partículas de poeira no ar. Às amostras de sangue acrescentam-se ainda traços de alumínio provenientes da pele do paciente, da utilização de agulhas e seringas e, quando necessário, da utilização de agentes anticoagulantes. As principais fontes de contaminação são recipientes, reagentes e partículas provenientes do ar. Recipientes de vidro são contra-indicados devido à presença do óxido de alumínio.


Material


SANGUE


Instruções


Em caso de pacientes que fazem hemodiálise: a coleta deve ser realizada precedendo a sessão de diálise, antes da heparinização do paciente, ao final do maior período interdialítico ou conforme orientação médica.


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Utilidade


O alumínio é um elemento não essencial, então considerado tóxico, porém de grande apreciação clínica como antiácido estomacal e como agente quelante de fosfato para pacientes em tratamento de diálise. As vias de absorção são: inalatória, oral, via dérmica e parenteral (principalmente em pacientes com insuficiência renal crônica em tratamento de hemodiálise, devido à presença de alumínio nas soluções). Os rins são a principal via de eliminação de alumínio derivado da ingestão. Os principais efeitos tóxicos do Al são no SNC e no metabolismo ósseo. O Ministério da Saúde define como critério de avaliação que o alumínio deva ser monitorado pelo menos uma vez ao ano. Os valores de referencia para pacientes em hemodiálise e para trabalhadores expostos, não devem ser comparados, porque os compostos de alumínio não são os mesmos. O problema da contaminação já existe a partir da coleta da amostra em função do tipo de recipiente para a armazenagem, limpeza do mesmo e da presença de partículas de poeira no ar. Às amostras de sangue acrescentem-se ainda traços de alumínio provenientes da pele do paciente, da utilização de agulhas e seringas e, quando necessário, da utilização de agentes anticoagulantes. As principais fontes de contaminação são recipientes, reagentes e partículas provenientes do ar. Recipientes de vidro são contra- indicados devido à presença do óxido de alumínio.


Material


URINA


Instruções


-- Lavar as mãos antes de colher.
- Colher urina após retenção urinária de 4 horas.
- Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina,
coletar o jato médio em frasco próprio.
- Entregar a urina no laboratório até 2 horas após a coleta.
- Não colher em local de trabalho.
- Retirar o uniforme de trabalho antes da coleta.


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