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O Biolab Análises Clínicas possui equipamentos de última geração e uma equipe técnica altamente qualificada. Essa estrutura permite a realização de mais de 1.000 tipos de exames relacionados.

 
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Utilidade


O Acido Valpróico (Depakene Epilenil) é um anticonvulsivante também usado em distúrbios bipolares e na profilaxia da enxaqueca. Sua dosagem é útil na monitorização dos níveis terapêuticos e toxicidade. Cerca de 90% da droga se liga à albumina, com pico plasmático em 1 a 8 horas e meia vida de 6 a 16 horas. Estado de equilíbrio ocorre após 3 dias de uso do medicamento. Alguns pacientes necessitam de níveis séricos superiores aos valores de referência para controle das convulsões. A principal causa de níveis baixos e o não uso da medicação. Seu metabolismo é hepático (95%), sendo que drogas que induzem o citocromo P-450 como carbamazepina, fenitoína, fenobarbital e primidona reduzem seus níveis. Dependendo da idade, apresentam grandes variações individuais. O acido valproico aumenta os níveis de Lamotrigina e Fenobarbital. Valores acima de 200 microg/mL são considerados tóxicos. Pacientes com hipoalbuminemia podem ter toxicidade mesmo com níveis normais.


Material


Sangue


Instruções


A coleta deve ser realizada antes da próxima dose do medicamento ou conforme orientação médica.


Utilidade


A 17-OH-Progesterona é um esteróide produzido pelas gônadas e pelas supra-renais, sendo precursor da síntese do cortisol. É o principal marcador da deficiência da 21-hidroxilase, causa da forma mais comum de hiperplasia congênita da supra-renal. Ao nascimento, os valores encontram-se elevados, normalizando-se rapidamente na primeira semana de vida. Tem-se valorizado muito a dosagem da 17-OH-Progesterona (17OHP) na avaliação de certas formas de hirsutismo, causadas pela hiperplasia da supra-renal de inicio tardio. A 17OHP encontra-se elevada também na deficiência da 11-beta-hidroxilase, porém em menor intensidade.


Material


Soro


Instruções


JEJUM OBRIGATÓRIO DE 8 HORAS, OU ESPECIFICADO PELO EM ORIENTAÇÃO MÉDICA.


Utilidade


São derivados dos andrógenos, sendo os catabólitos urinários do DHEA, SDHEA, androstenediona, androstenediol, androsterona, mas não da testosterona. No homem, cerca de 75% dos 17-KS provém da adrenal, tendo o restante origem testicular. Nas mulheres, se originam principalmente na adrenal. Pode ser realizado após supressão com dexametasona, a critério médico. A importância clínica desse teste foi superada pelas demais determinações da função adrenal. Valores elevados são encontrados na hiperplasia adrenal congênita, síndrome dos ovários policísticos, tumores de testículo, tumores da supra-renal, doença de Cushing, tumores hipofisários, administração de ACTH e no uso de corticóides.


Material


Urina 24h


Instruções


- Refrigerar a urina desde o início da coleta.
- O cliente deve manter sua rotina diária.
- Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
- Mulheres: não realizar a coleta de urina no período menstrual.
- Não utilizar recipiente de vidro para coletar ou acondicionar a amostra.


Utilidade


Fornece uma estimativa da produção do cortisol. A excreção urinária de 17-OH reflete os metabólitos do cortisol. Algumas drogas podem interferir no resultado: espironolactona, clordiazepóxido, fenobarbital e fenitoina. É utilizado como teste de triagem de hipercorticolismo. Pode ser realizado apos supressão com dexametasona, a critério médico. Níveis urinários elevados também ocorrem no hipertireoidismo. Algumas situações clínicas (hipotireoidismo, jejum prolongado, insuficiências renal e hepática) podem acarretar concentrações urinárias baixas.


Material


Urina 24h


Instruções


- Não fazer esforço físico durante a coleta.

- A rotina diária deve ser mantida normalmente.

- Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica


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Utilidade


O n-Hexano é um hidrocarboneto amplamente utilizado em diversos processos industriais como solvente orgânico na preparação de tintas, colas, extração de óleos vegetais, bem como diluente na produção de plásticos e borrachas, dentre outras aplicações. Após o processo de biotransformação, o principal produto excretado na urina de indivíduos expostos ocupacionalmente ao n-hexano, é a 2,5 hexanodiona. O n-hexano é prontamente absorvido por qualquer via, porém a intoxicação comumente ocorre pela inalação de seus vapores nas exposições ocupacionais ou quando é usado como droga de abuso. Pode produzir neuropatia periférica, e nas intoxicações graves: fraqueza, perda de peso, anorexia e cãimbras nas extremidades dos músculos inferiores.


Material


Urina 24 horas


Instruções


- Lavar as mãos e genitália antes da coleta.
- Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio.
- Colher o jato médio da urina com retenção de 4 horas entre as micções.
- Colher urina de final de jornada de trabalho. Recomenda-se evitar a primeira jornada de trabalho da semana.


Utilidade


Determinação de doenças hepatobiliares. Confirmação da origem hepática da fosfatase alcalina elevada, em especial em gestantes e crianças.


Utilidade


As dosagens das colinesterases são os parâmetros para controle
biológico da exposição aos organofosforados e carbamatos, onde
encontram-se diminuídas. Existem dois tipos de colinesterases no
sangue: 1) colinesterase verdadeira (acetilcolinesterase ou
colinesterase eritrocitária), encontrada principalmente nas sinapses
do sistema nervoso, pulmões, baço e eritrócitos; 2)
pseudocolinesterase (benzoilcolinesterase ou colinesterase II ou
colinesterase plasmática), encontrada no plasma, intestino e em outros
tecidos. A colineterase eritrocitária é mais usada para avaliar
exposição crônica aos organofosforados. Sua atividade é suprimida de
forma mais lenta e menos intensa que a pseudocolinesterase. Ao
contrário da colinesterase plasmática, a colinesterase eritrocitária
tem aumento rápido de sua atividade após tratamento com Pralidoxime.
Outras condições podem cursar com diminuição da colinesterase
eritrocitária: hemoglobinúria paroxística noturna e anemia
megaloblastica. Condições que cursam com aumento da colinesterase
eritrocitária: estados hemolíticos como talassemia, esferocitose,
hemoglobina SS e anemias hemolíticas adquiridas.


Material


Sangue total + soro


Instruções


Preparo- - - Jejum não obrigatório.


Utilidade


Citrato se liga ao cálcio e inibe a formação de pedra nos rins. Assim, baixas concentrações de citrato pode levar à formação de pedra nos rins. Este é o fator de risco mais importante para a formação de pedra nos rins em crianças.


Material


Soro


Instruções


Jejum obrigatório de 8 horas


Utilidade


A determinação do ácido cítrico na urina é utilizada na exploração do metabolismo do fósforo e cálcio, das tubulopatias e dos ácidos do ciclo de krebs. O citrato tem importância marcante na calculose urinária recidivante. A hipocitratúria pode ocorrer de forma isolada ou associada a hipercalciúria, hiperuricosúria, hiperoxalúria e distúrbios instestinais. O citrato administrado via oral leva a um aumento na reabsorção tubular renal de cálcio, promovendo hipocalciúria. A elevação do pH urinário, que acompanha a administração de citrato, aumenta a solubilização do ácido úrico. A suplementação de citrato reduz a taxa de formação de novos cálculos e o crescimento dos cálculos já existentes.


Material


Urina 24 horas


Instruções


- Não fazer esforço físico durante a coleta.
- O cliente deve manter sua rotina diária.
- Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
- Informar hora de início e término da coleta, e volume total do material.


Utilidade



A norma brasileira adota o Ala-U como indicador biológico para a vigilância de trabalhadores expostos ao chumbo e recomenda iniciar as avaliações biológicas no mínimo 1 mês após o início da exposição. A ação nociva do chumbo no organismo é precocemente revelada pelos sinais decorrentes da alteração na síntese do heme, causado pela inibição de algumas enzimas utilizadas na síntese da hemoglobina, devido a ligação do metal à enzima ácido aminolevulínico desidratase (ALA-D), causando o acúmulo do ácido delta aminolevulínico (ALA) no sangue e na urina.
Deste modo, a determinação da concentração do ácido delta aminolevulínico urinário (ALA-U) tem sido proposta para o monitoramento da exposição ocupacional ao chumbo, paralelamente aos níveis do metal no sangue (Pb-S).


Material


Urina - Amostra Isolada


Instruções


Preparo - - Colher urina após retenção urinária de 4 horas.

- Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco protegido da luz (âmbar).

- O material deve ser colhido preferencialmente no laboratório. Sendo a coleta feita em casa, trazer o material ao laboratório no prazo máximo de 1 hora.

- O horário de coleta não é crítico desde que o trabalhador esteja em trabalho contínuo sem afastamento maior que 4 dias.

- Informar se a urina é de início ou final de jornada.

- Mulheres não podem fazer uso de creme e/ou óvulo vaginal nas 48 horas que antecedem o exame e, idealmente, devem colher a amostra fora do período da menstruação.


Utilidade


O ácido fólico atua na maturação das hemácias e participa do processo de síntese das purinas e pirimidinas, componentes dos ácidos nucléicos. A deficiência do ácido fólico e quase sempre consequência de ingestão insuficiente e esta presente em cerca de 1/3 (um terço) de todas as mulheres grávidas, na maioria dos alcoólatras crônicos, nas pessoas que cumprem dietas pobres em frutas e vegetais e nas pessoas com distúrbios absortivos do intestino delgado. Pode estar falsamente elevado em casos de hemólise. Sua concentração pode estar reduzida com o uso de contraceptivo oral. Flutuações significantes ocorrem com a dieta e pode resultar num folato sérico normal em um paciente deficiente. Deficiência grave de ferro pode mascarar a deficiência do folato. .


Material


Sangue


Instruções


Jejum não obrigatório.


Utilidade


O tolueno é um hidrocarboneto aromático com origem e produção nas
indústrias petroquímica e siderúrgica. É um solvente com inúmeras
aplicações na indústria, sendo constituinte importante na produção de
resinas, tintas, thiner, colas, carvão, solvente para óleos, borracha
natural e sintética. O tolueno está presente na gasolina e é lançado
no meio ambiente como contaminante. Além disso, é o mais importante
constituinte dos vapores de solventes inalantes utilizados
por usuários de drogas de abuso. No setor químico, o tolueno é matéria
prima para a síntese orgânica de fármacos, vinil
tolueno, tolueno diisocianato, trinitrotolueno, antioxidantes,
cloreto de benzoato, sacarina, cloramina T, entre outros.
O Ácido hipúrico é o principal metabólito urinário do tolueno e é o
indicador biológico de dose interna mais utilizado no Brasil. Sua
concentração na urina coletada ao final da jornada de trabalho,
correlaciona-se com a exposição média no dia, quando avaliada em
grupos de trabalhadores.


Material


Urina


Instruções


- Lavar as mãos antes de colher.

- Colher urina após retenção urinária de 4 horas. Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina,
coletar o jato médio em frasco próprio.
- Informar se é urina início ou final de jornada, quando for exposição ocupacional.
- Se a amostra for pós jornada de trabalho, colher amostra ao final do último dia de trabalho da semana.
- Evitar colher após a primeira jornada (dia) de trabalho da semana.
- Como a maior parte do metabólito é excretada nas 4 horas seguintes ao final da jornada de trabalho, recomenda-se, quando possível, a coleta da urina durante este período de 4 horas pós-exposição.
- Evitar fatores interferentes (dieta ou medicamentos conforme orientação médica) 1 dia antes da coleta: frutas (ameixa, pêssego),
grãos verdes de café, alimentos e bebidas conservados com benzoatos (refrigerantes, margarinas, mostarda, ketchup, alguns tipos de pães, alguns tipos de sucos de frutas industrializadas), consumo de álcool, antidepressivos IMAO (exemplo: isocarboxazida), femprobamato,
dietilpropriona.


Utilidade


A principal indicação da determinação do ácido homovanílico consiste na investigação diagnóstica de pacientes com suspeita de neuroblastoma, dos quais 90-95% secretam ácido homovanílico em excesso.


Utilidade


Determinação do ácido mandélico e do ácido fenilglioxílico é realizada para a monitorização biológica de trabalhadores expostos a estireno. Níveis elevados destes metabólitos na urina indicam exposição ocupacional excessiva ao composto.


Utilidade


O Xileno é um hidrocarboneto aromático, que produz depressão do
sistema nervoso central (SNC). É um irritante de pele e mucosas
similar ao tolueno, e que preferencialmente acumula-se no cérebro e
tecidos adiposos.
O Xileno está presente no ambiente em geral, principalmente devido à
emissão em veículos automotores, devido a sua presença na gasolina. O
Xileno também é utilizado na produção de perfumes, praguicidas,
produtos farmacêuticos e nas indústrias de tinta,
plástico, borracha e couro.
O Ácido Metil Hipúrico representa mais que 95% da fração metabolizada
do Xileno. A determinação do Ácido Metil Hipúrico urinário é
empregada na monitorização biológica de trabalhadores expostos
ocupacionalmente ao solvente. Níveis elevados de Ácido Metil Hipúrico
urinário indicam uma exposição ocupacional excessiva ao Xileno.


Material


URINA


Instruções


Lavar as mãos antes de colher.

- Colher urina após retenção urinária de 4 horas. Fazer higiene da
genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina,
coletar o jato médio em frasco próprio.
- Informar se é urina início ou final de jornada quando for exposição
ocupacional.
- Se a amostra for pós jornada de trabalho, colher amostra ao final do
último dia de trabalho da semana.
- Evitar colher após a primeira jornada de trabalho da semana.
- A ingestão de álcool inibe a biotransformação dos Xilenos e diminui
a excreção urinária do Ácido Metil Hipúrico.
- A biotransformação do xileno a ácido metil-hipúrico é inibida na
presença de ácido acetil salicílico (Aspirina).
- A exposição concomitante ao xileno e à metiletilcetona pode
resultar em inibição de enzimas envolvidas no metabolismo do
hidrocarboneto.


Utilidade


O Ácido Vanilmandélico (VMA) é o principal metabólito da epinefrina e norepinefrina. Encontra-se elevado em situações onde ocorrem elevada
produção de catecolaminas como no feocromocitoma, glanglioneuroblastoma, neuroblastoma e glanglioneuroma. Apresenta sensibilidade inferior à dosagem de metanefrinas. Vários medicamentos e alimentos podem interferir na sua determinação. É detectado em 70% dos casos de neuroblastoma.


Instruções


Dieta e Orientações:

- O paciente deverá permanecer 24 horas antes e durante a coleta sem ingerir os alimentos como café, chá, refrigerante de cola e fumo, pois estes podem interferir no resultado.
- O cliente deverá manter sua rotina diária evitando fazer esforço físico durante a coleta.
- Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
- Informar horário inicial e final da coleta, peso, medicamentos em uso, dosagem, dia e hora da última dose.
- Caso o cliente faça uso contínuo de algum dos medicamentos abaixo, deve entrar em contato com o médico assistente para avaliar a suspensão do mesmo. A suspensão, assim como o seu período, fica exclusivamente a critério do médico.

- Podem promover aumento do Ácido Vanilmandélico:

. alfa- bloqueadores (fentolamina, fenoxibenzamina e prazosin);
. antidepressivos (amitriptilina, amoxapina, desipramina, imipramina e nortriptilina);
. antihistamínicos (difenilhidramina, clorfeniramina e prometazina);
. antipsicóticos (clorpromazina, clozapina, ferfenazina);
. beta- bloqueadores (atenolol, labetolol, metoprolol, nadolol, findolol, propranolol, timolol);
. antagonistas dos canais de cálcio (fenodipina, nicardipina, nifedipina, verapamil);
. drogas catecolamina-like (L-dopa, epinefrina, norepinefrina, dopamina, metildopa);
. diuréticos (hidrocloroatiazida, furosemida);
. inibidores da monoaminoxidase (fenelzine);
. estimulantes (cafeína, nicotina, aminofilina, teofilina);
. simpaticomiméticos (albuterol, anfetaminas, efedrina, isoproterenol, metaproterenol, pseudoefedrina e terbulina);
. vasodilatadores (diazóxido, hidralazina, isossorbida, minoxidil, nitroglicerina e outros nitratos e nitritos);
. outros (cocaína, insulina, levodopa, metilfenidato, metoclopramida, morfina, naloxona, fentazocina, proclorperazina e TRH).
- Podem promover diminuição do Ácido Vanilmandélico:
. anti-hipertensivos (captopril, clonidina, guanabenz, guanetidina, guanfacina, reserpina);
. antipsicóticos (haloperidol);
. agonista dopaminérgico (bromocriptina);
. outros (dissulfiram, metirosina, octreotida).

- A higienização da genitália é realizada com água e sabão neutro.

- Nas mulheres, lavar e secar sempre de frente para trás. Nos homens lavar retraindo o prepúcio para uma adequada limpeza do meato uretral.


Utilidade


ADA é uma enzima que catalisa a conversão da adenosina e inosina, participando do processo
de diferenciação e proliferação de linfócitos. Níveis elevados da ADA são indicadores
indiretos de tuberculose meníngea, pericárdica e peritoneal. No líquido pleural tem
sensibilidade de 99% para diagnóstico de tuberculose; No líquor tem sensibilidade de 90% e
especificidade de 94%; No líquido pericárdico tem sensibilidade de 99% e especificidade de
83%; No líquido ascítico tem sensibilidade de 95% e especificidade de 96%; A dosagem da
ADA no soro não tem valor diagnóstico. Resultados falso- negativos podem ocorrer em
pacientes com SIDA. Níveis elevados também podem ser encontrados em infecções bacterianas,
criptocóccicas e neoplasias. Esta dosagem não substitui a biópsia no diagnóstico de
tuberculose.


Material


SANGUE


Instruções


Jejum não obrigatório.


Utilidade


Para descartar infecção recente, recomenda-se repetir a determinação
no prazo de 2 a 3 semanas para validar a soroconversão e/ou
determinar anticorpos tipo IgM.


Material


Soro


Instruções


Jejum não obrigatório.


Material


Soro


Instruções


Jejum não obrigatório.


Utilidade


Marcador de desordens do metabolismo protéico (nutricional, síntese reduzida, perda aumentada); avaliação de status nutricional; pressão oncótica sanguínea; doença renal com proteinúria; outras doenças crônicas.


Material


Soro


Instruções


Jejum não obrigatório.


Utilidade


Essa enzima é utilizada na avaliação dos quadros de fraqueza muscular.
Níveis elevados são encontrados nas fases iniciais das doenças
musculares como distrofia muscular e dermatopolimiosite. Níveis
elevados também podem ser encontrados em doenças hepáticas, na
pancreatite, no infarto do miocárdio e em neoplasias. Valores baixos
podem ser encontrados nas fases avançadas das miopatias.


Material


Soro


Instruções


Jejum não obrigatório


Utilidade


A aldosterona e secretada pela glândula adrenal. A sua produção e regulada pelo sistema renina-angiotensina. Elevações ocorrem no hiperaldosteronismo primário e secundário, dieta pobre em sódio, gravidez e Síndrome de Bartter. Reduções são observadas em alguns casos de hiperplasia adrenal congênita, deficiência de síntese, dieta rica em sódio, Doença de Addison e no hiperaldosteronismo hiporreninêmico. O principal uso clínico da dosagem de aldosterona (sérica e urinaria) e o diagnostico de hiperaldosteronismo primário. O sistema renina-angiotensina responde rapidamente a vários estímulos fisiológicos, tornando uma medida randômica de aldosterona, isolada, de pouco valor diagnóstico.


Material


Urina


Instruções


<- Dieta conforme orientação médica.
- Repouso de 5 a 15 minutos sentado ou conforme orientação médica.
- Medicamentos:
A critério médico, devem ser suspensos, pelo menos duas semanas antes da realização do exame os anti-inflamatórios não esteróides, anti-hipertensivos (beta bloqueadores, inibidores da enzima de conversão, agentes bloqueadores da ação da angiotensina II, diuréticos tiazídicos, poupadores de potássio e de alça, bloqueadores do canal de cálcio. A espironolactona deve ser suspensa 6 semanas antes da coleta.


Utilidade


A aldosterona é secretada pela glândula adrenal. A sua produção é regulada pelo sistema renina-angiotensina. Elevações ocorrem no hiperaldosteronismo primário e secundário, dieta pobre em sódio, gravidez e Síndrome de Bartter. Reduções são observadas em alguns casos de hiperplasia adrenal congênita, deficiência de síntese, dieta rica em sódio, Doença de Addison e no hipoaldosteronismo hiporreninemico. O principal uso clinico da dosagem de aldosterona (sérica e urinaria) é o diagnóstico de hiperaldosteronismo primário. O sistema renina-angiotensina responde rapidamente a vários estímulos fisiológicos, tornando uma
medida randômica de aldosterona, isolada, de pouco valor diagnóstico.


Material


Urina 24 horas


Instruções


- Informar volume urinário, horário inicial e final da coleta.
- Informar se foi orientado a dosagem após sobrecarga ou restrição de sal.
- Informar medicamentos em uso (pressão/diuréticos).
- Se criança ate 10 anos informar peso e altura.


Utilidade


Na avaliação de perda protéica pelo tubo digestivo.


Utilidade


A Alfa-1-anti-tripsina (AAT) é uma proteína de fase aguda, sendo o inibidor de protease mais abundante no plasma. É o principal
componente da alfa-1-globulina, aumentando de forma rápida, mas inespecífica em processos inflamatórios. Encontra-se elevada em
infecções, artrites, vasculites, gravidez, terapia com estrógenos ou corticoides, neoplasias e pós-operatórios. Deficiência genética de AAT
pode estar associada com enfisema pulmonar, doença crônica, cirrose hepática e carcinoma hepatocelular.


Material


SANGUE


Instruções


JEJUM NÃO OBRIGATÓRIO


Utilidade


A Alfa-1-glicoproteína Ácida (AAGP) é sintetizada nos hepatócitos, sendo a principal constituinte da mucoproteína de Winzler. É uma
proteína de fase aguda, não específica, surgindo 12 horas após a injúria e permanecendo por 3 a 5 dias. Níveis elevados ocorrem em processos inflamatórios, gravidez, neoplasias e terapia com corticoides. Níveis diminuídos ocorrem na síndrome nefrótica, terapia com
estrógenos e enteropatia perdedora de proteínas. A dosagem de AAGP substitui com vantagens a dosagem de mucoproteína por ser mais específica e apresentar maior reprodutibilidade.


Material


Soro


Instruções


Jejum não obrigatório


Utilidade


Avaliação das reações inflamatórias e imunológicas.


Material


SORO


Instruções


PREPAROALFA - JEJUM NÃO OBRIGATÓRIO


Utilidade


A Alfa-fetoproteína é uma importante glicoproteína do plasma fetal encontrada na região
alfa-1 na eletroforese. Níveis muito baixos são normais em adultos (não grávidas).
Esta aumentada no carcinoma hepatocelular, carcinoma embrionário, teratocarcinoma,
coriocarcinoma e monitora a terapia antineoplásica.
Alfa-fetoproteína elevada no soro materno, colhido entre 16 e 18 semanas detectam defeitos
do tubo neural (ex.:spina bifida) em um grande numero de acometidos, mas não em todos os
casos.
Com algumas anormalidades cromossômicas ( Síndrome de Down [trissomia
21] e Síndrome de Edwards [trissomia 18] ) e, relativamente, baixo no
soro materno.
Uma das causas mais comuns para um resultado anormal é a não correção,
do valor encontrado, pela idade gestacional. Assim, a confirmação da
idade gestacional pelo ultra-som é desejável. A Alfa-fetoproteína não
é tão sensível para a detecção de bifida no terceiro trimestre.
A Alfa-fetoproteína no líquido amniótico e realizado após o rastreio
materno positivo, mas pode ser realizada quando a historia materna ou
familiar e positiva para defeito no tubo neural.
A predição do defeito do tubo neural pode ser aferida mais
precisamente com a dosagem da Alfa-fetoproteína no liquido amniótico
do que no soro.


Material


Soro


Instruções


Jejum desejável de 4 horas.


Utilidade


O alumínio é um elemento não essencial, então considerado tóxico, porém de grande apreciação clínica como antiácido estomacal e como agente quelante de fosfato para pacientes em tratamento de diálise. As vias de absorção são: inalatória, oral, via dérmica e parenteral (principalmente em pacientes com insuficiência renal crônica em tratamento de hemodiálise, devido à presença de alumínio nas soluções). Os rins são a principal via de eliminação de alumínio derivado da ingestão. Os principais efeitos tóxicos do Al são no SNC e no metabolismo ósseo. O Ministério da Saúde define como critério de avaliação, que o alumínio deva ser monitorado pelo menos uma vez ao ano. Os valores de referência para pacientes em hemodiálise e para trabalhadores expostos, não devem ser comparados, porque os compostos de alumínio não são os mesmos. O problema da contaminação já existe a partir da coleta da amostra em função do tipo de recipiente para a armazenagem, limpeza do mesmo e da presença de partículas de poeira no ar. Às amostras de sangue acrescentam-se ainda traços de alumínio provenientes da pele do paciente, da utilização de agulhas e seringas e, quando necessário, da utilização de agentes anticoagulantes. As principais fontes de contaminação são recipientes, reagentes e partículas provenientes do ar. Recipientes de vidro são contra-indicados devido à presença do óxido de alumínio.


Material


SANGUE


Instruções


Em caso de pacientes que fazem hemodiálise: a coleta deve ser realizada precedendo a sessão de diálise, antes da heparinização do paciente, ao final do maior período interdialítico ou conforme orientação médica.


Utilidade


O alumínio é um elemento não essencial, então considerado tóxico, porém de grande apreciação clínica como antiácido estomacal e como agente quelante de fosfato para pacientes em tratamento de diálise. As vias de absorção são: inalatória, oral, via dérmica e parenteral (principalmente em pacientes com insuficiência renal crônica em tratamento de hemodiálise, devido à presença de alumínio nas soluções). Os rins são a principal via de eliminação de alumínio derivado da ingestão. Os principais efeitos tóxicos do Al são no SNC e no metabolismo ósseo. O Ministério da Saúde define como critério de avaliação que o alumínio deva ser monitorado pelo menos uma vez ao ano. Os valores de referencia para pacientes em hemodiálise e para trabalhadores expostos, não devem ser comparados, porque os compostos de alumínio não são os mesmos. O problema da contaminação já existe a partir da coleta da amostra em função do tipo de recipiente para a armazenagem, limpeza do mesmo e da presença de partículas de poeira no ar. Às amostras de sangue acrescentem-se ainda traços de alumínio provenientes da pele do paciente, da utilização de agulhas e seringas e, quando necessário, da utilização de agentes anticoagulantes. As principais fontes de contaminação são recipientes, reagentes e partículas provenientes do ar. Recipientes de vidro são contra- indicados devido à presença do óxido de alumínio.


Material


URINA


Instruções


-- Lavar as mãos antes de colher.
- Colher urina após retenção urinária de 4 horas.
- Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina,
coletar o jato médio em frasco próprio.
- Entregar a urina no laboratório até 2 horas após a coleta.
- Não colher em local de trabalho.
- Retirar o uniforme de trabalho antes da coleta.


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